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Cuidados para controlar a queimação no estômago

A queimação do estômago é um sintoma fácil de entender. O suco gástrico sobe, queima as paredes do esôfago, o que provoca o ardor característico da azia. Quais são os outros sintomas?

A queimação no estômago, como o próprio nome sugere, é uma sensação de ardência na região estomacal. Essa dor pode se irradiar dando a impressão de ser uma dor no peito, simula a dor da angina, do infarto ou da isquemia no coração.

Quando atinge a laringe, o refluxo pode provocar inflamação acompanhada de tosse seca, rouquidão. Pode chegar até a boca e provocar alterações dentárias e gosto ruim.

O refluxo gastroesofágico pode ir parar dentro dos pulmões e causar doenças pulmonares, entre elas, pneumonia, bronquite e asma. Muitos pacientes jovens com asma desencadeada pelo refluxo melhoram muito do quadro asmático, quando recebem tratamento para o refluxo.

Essa afecção é comum entre a população, entretanto, quando os sintomas tornam­se freqüentes, o paciente pode estar apresentando o que se chama de doença do refluxo gastresofágico. É sempre importante ficar alerta aos sintomas, pois eles podem estar mascarando algo mais grave.

Causas de queimação do estômago

  • Uma alimentação pouco saudável (alimentos muito ácidos, gordurosos, temperados, consistentes, excesso de álcool, tabagismo…);
  • Hérnia hiatal (problema muscular entre o estômago e o diafragma);
  • Uso de medicamentos irritantes para o estômago como alguns antiinflamatórios não esteroidais = AINES (ácido acetilsalicílico, ibuprofeno, diclofenac,…) ou antiinflamatórios esteroidais (cortisona,…).
  • O estresse e/ou outros problemas pscicológicos: Uma relação entre o sistema nervoso e o digestivo é uma realidade que o paciente e o médico devem levar em consideração. Portanto, através do tratamento do estresse, é possível, em alguns casos, diminuir fortemente a queimação do estômago;
  • Excesso de peso ou gravidez (devido a um aumento da pressão no estômago)

Algumas orientações

  • Evitar deitar logo após o jantar. O ideal seria comer menos no jantar e respeitar um intervalo de três horas entre o jantar e ir para cama. Seria interessante também fracionar a dieta ao longo do dia, ou seja, a pessoa deveria alimentar­se de forma adequada no café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar, evitando assim que o jantar fosse a principal refeição do dia.
  • Deve­se evitar o excesso de café, mas também do chá preto e chá mate, que também contêm cafeína, do chocolate, dos alimentos ácidos, molho de tomate, bebidas alcoólicas e bebidas gasosas (o gás promove o aumento da pressão intragástrica).
  • Deve se evitar a ingestão de líquidos durante as pricipais refeições

Publicado por: DRª Adriana Campos Andrade Ribeiro – GASTROENTEROLOGIA

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